Clay: peço-te uma desculpa que não sei se quero mesmo pedir. Não sei se quero pedir porque não sei se fiz algo de errado. Agora, neste momento, tenho a certeza que não. Se, por acaso achares que sim, vê as coisas do meu lado. Não sou uma cabra sem sentimentos, porque se o fosse ignorava tudo o que me assolou no último mês e continuava na minha vidinha insignificante. Como tua amiga que me considero, lamento sinceramente que sejas apanhado no meio disto. Quem me dera que não fosses!! Quem me dera não ter sido também, mas não posso ignora-lo.
Quero que saibas que percebo completamente a tua posição e, talvez, se estivesse nela faria o mesmo que tu queres fazer, ou já fizeste. É uma situação complicada que não dá lugar a moralismos e/nem a lugares comuns.Ás vezes gostava de, como o Mike Skinner diz "Lets push things forward", para ver como vai acontecer, mas se assim fosse já tinha virado as minhas páginas até ao dia em que eu morro. Talvez não corra bem, shit happens, mas pode também ser esta "A" vez em que tudo faz sentido. A vez em que eu não precise de mais nada. A vez em que adormeça com um sorriso nos lábios. Nunca foi a minha intenção magoar alguém. E tu sabes!
Estou a repetir demasiado as falas na primeira pessoa, eu sei. Mas eu não fiz isto sozinhae não é só da minha felicidade que eu estou a falar. Como já te disse e repito, esta situação não dá lugar a moralismos nem a lugares comuns. Gostava de conseguir expessar melhor.
Voa a jacto enquanto aínda podes...
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário